
Quem tem mais de uma fonte de renda pode estar pagando INSS acima do teto todos os meses. O que passou do limite pode ser pedido de volta, corrigido pela Selic, dentro dos últimos 5 anos.
Cada fonte desconta o INSS por conta própria, sem saber das outras. Quando a soma passa do teto, ninguém devolve a diferença por iniciativa própria.
Quem recebe de mais de uma fonte pode estar pagando INSS acima do teto sem perceber, porque nenhuma delas soma o que as outras já descontaram.
Existe um teto de contribuição ao INSS: acima dele, não há o que recolher.
Mas o que acontece na prática?
Muitos:
A contribuição previdenciária tem natureza tributária, e a lei prevê a restituição do que foi pago a maior, corrigida pela Selic, dentro dos últimos 5 anos. Só que a devolução depende de pedido: sem ele, o excesso se repete a cada competência.
Ninguém avisa e ninguém compensa isso automaticamente.
Quem não revisa:
- Continua contribuindo acima do teto
- Perde dinheiro a cada competência
- Acredita que cada desconto está certo
- Deixa as parcelas mais antigas prescreverem
- Descobre tarde demais
Quem faz o Raio-X da Liquidez:
- Identifica se está contribuindo acima do teto do INSS
- Entende como evitar que as deduções acima do teto do INSS continuem
- Pode pedir de volta até 5 anos, corrigidos pela Selic
- Entende o cálculo competência a competência
- Protege o que ainda não prescreveu
Ao garantir seu acesso hoje você recebe:

Guia “O INSS Está Ficando com o Seu Dinheiro”

Workshop Exclusivo “Workshop Raio-X da Liquidez - Recuperando seu dinheiro perdido”
Sem juridiquês. Sem complicação.
Escrito para quem teve mais de uma fonte de renda no mesmo período e quer conferir, com os próprios holerites na mão, se o desconto passou do teto e o que fazer a partir daí.
Descobrir se houve desconto a maior começa por somar as fontes da mesma competência.

O que é o guia “O INSS Está Ficando com o Seu Dinheiro”?
O guia foi escrito para ser usado, não só lido.
Ele mostra como a soma de fontes de renda na mesma competência leva a contribuição ao INSS acima do teto e qual é o caminho para pedir de volta o que foi pago a maior.
Dentro do guia você vai aprender:
- Como funcionam o teto do INSS e a contribuição máxima de 2026
- Quando a concomitância de fontes gera excesso recuperável
- Quem pode ter direito e quais documentos comprovam (holerites, CNIS, informes)
- Como calcular o excesso competência a competência
- Como pedir os últimos 5 anos, corrigidos pela Selic
- Os erros que levam o pedido a ser indeferido
Tudo em linguagem de quem não é advogado.
Você também vai receber acesso ao Workshop:
Uma aula prática mostrando:
- Como o teto do INSS e a contribuição máxima funcionam
- Por que a concomitância de fontes gera excesso sem você perceber
- Quais documentos são decisivos para o cálculo
- Por que pedir sem cálculo técnico pode levar a indeferimento
- Como o Raio-X da Liquidez identifica se existe valor real a recuperar
No fim da aula você sabe o que procurar nos seus próprios holerites.

Esse material é para você que:
- Teve duas ou mais fontes de renda ao mesmo tempo
- Tem ou teve dois empregos CLT simultâneos
- É CLT e também sócio que retira pró-labore
- É autônomo e presta serviço a vários tomadores
- É sócio ou administrador de mais de uma empresa
- Soma vínculo público e privado (ou aposentadoria + novo emprego)
- Quer descobrir se pode recuperar dinheiro dos últimos 5 anos
Mesmo que você...
- ...nunca tenha pedido restituição antes
- ...não entenda nada sobre tributação
- ...ache que cada desconto está correto
- ...já tenha trocado de emprego desde então
Comprados separadamente, esses materiais sairiam por:
Mas hoje você pode acessar tudo isso por apenas:
Menos do que pode estar saindo do seu bolso todo mês sem necessidade.
Quem escreveu o guia
O guia foi escrito por duas advogadas que trabalham com tributação de pessoa física e se acostumaram a explicar esse assunto para quem nunca leu uma lei na vida.

Dra. Cristiane Leal

Dra. Márcia Cristina
Dra. Cristiane Leal e Dra. Márcia Cristina
Advogadas que trabalham com tributação de pessoa física: revisão do que é descontado todo mês, pedidos de isenção e restituição de valores pagos a maior. A prática com esse tipo de caso ensinou onde olhar primeiro, porque o ponto costuma estar numa linha do holerite que ninguém confere há anos.
Juntas criaram o Método Raio-X da Liquidez, uma análise caso a caso que verifica o que a pessoa paga hoje, o que a lei permite pedir e o que já saiu do prazo. O que move as duas é simples: ninguém deveria seguir pagando imposto só por não saber que a lei prevê outra coisa.
Com elas, você não vai encontrar juridiquês.
Vai encontrar a explicação em português, com orientação sobre o que fazer com os seus documentos.
Perguntas Frequentes
1.Isso é legal?+
Sim. A contribuição previdenciária tem natureza tributária, e a lei garante a restituição do que foi pago a maior (art. 165 do CTN e art. 89 da Lei nº 8.212/1991), corrigida pela Selic.
2.Quem tem mais de uma fonte sempre paga a mais?+
Não necessariamente. O excesso só existe quando a soma dos descontos da mesma competência ultrapassa a contribuição máxima sobre o teto. Por isso o cálculo técnico é essencial.
3.Quanto tempo posso recuperar?+
Em regra, os últimos 5 anos (prescrição quinquenal — Súmula 85 do STJ), com cada competência corrigida pela Selic desde o pagamento a maior.
4.Preciso contratar advogado?+
Para acessar o material, não. Já o pedido envolve cálculo competência a competência e documentação, e por isso se recomenda análise técnica antes de protocolar.
5.O conteúdo é difícil?+
Não. Foi escrito para ser lido por quem nunca estudou tributação.


